na catraca

1.29.2010

contínuo 8 - três historias

Três historias
Três das quatro historias do Contínuo 8!!

Refração - roteiro: Carlos Lemos/arte: Alcimar Frazão

Ronda Noturna - roteiro: Carlos Lemos e Pedro Felicio/arte: Olavo Costa

No Canto do Quarto - roteiro e arte: Dalton Correa Soares

1.18.2010

Aqui começa 2010!

Algumas das páginas de No Canto do Quarto, esta TUDO pronto!Primeiro post do ano e uma ótima noticia! Todas as paginas de "No Canto do Quarto" estão PRONTAS!!! Foram várias noites em claro mas valeu muito a pena.

Agora, com as páginas prontas, começa o trabalho de edição: escanear, tratar imagens, colocar balões,etc. Enfim, não falta muito!

Depois de "trilhar" por todas essas páginas, fica claro que tão importante quanto talento e amor pelos quadrinhos é ter força de vontade e disciplina para não perder o ritmo e trabalhar todos os dias. Afinal, fazer quadrinhos é coisa séria!

A sensação de terminar as páginas foi incrível, ainda mais sendo meu primeiro trabalho como desenhista no Contínuo. Melhor que isso, só quando a revista estiver na mão de todos!

12.24.2009

fúria contínua em 2010!

2009 não foi o ano ideal para o Contínuo, não foi fácil. Mas é nos momentos difíceis que descobrimos quem somos, por isso digo:

O TIME TÁ MORDIDO E VAMOS SUAR MAIS DO QUE NUNCA A CAMISA EM 2010!hehehe

Aguardem grandes novidades d'O Contínuo pessoal! O Contínuo 8 está chegando

Boas festas a todos!
2010 - Ano Contínuo!

12.18.2009

contínuo 8 & trabalho paralelo

"Preciso beber alguma coisa..." - No Canto do Quarto
Continuo 8 - No Canto do Quarto por Dalton Correa Soares
Estamos na reta final de produção do Contínuo 8 (um tanto atrasados eu diria, eheheh). Agora é pegar aquele ultimo fôlego e terminar as paginas que faltam.

Podem ter certeza que será a melhor de todas até aqui!

Aproveito para passar a todos os links das HQ's on-line que fiz para o Abril.com. O pessoal da redação queria algo diferente das tradicionais retrospectivas e aceitaram a idéia de fazer uma historia para cada editoria. Desenhei três historias (minha amiga Simone Yamamoto desenhou uma delas ) e escrevi quatro.

seguem os links:

Esportes - www.abril.com.br/retrospectiva-2009/esportes/
Notícias - www.abril.com.br/retrospectiva-2009/noticias/
Diversão - www.abril.com.br/retrospectiva-2009/diversao/

Retrospectiva 2009 Abril.com por Dalton Correa Soares

12.11.2009

o contínuo 8 - Andando pela cidade

"Perna direita depois perna esquerda, se concentra nisso" - No Canto do Quarto

No Canto do Quarto - por Dalton Correa Soares

12.03.2009

o contínuo 8 - procurando marco

Seguindo na linha dos "processos" abaixo seguem vários rabiscos que fiz na busca pelo protagonista da historia!

Muitas referências passaram pela minha cabeça até a última versão do "velho Marco". Do piloto de Fórmula 1 Alonso , passando pelo pai dos irmãos Winchester (Jeffrey Dean Morgan ) e pelo Robert Downey Jr. No fim nenhum deles ganhou do Bottino! (eheheh)

Estudos do Marco - por Dalton Correa Soares Estudos do Marco - por Dalton Correa Soares Estudos do Marco - por Dalton Correa Soares Estudos do Marco - por Dalton Correa Soares Estudos do Marco - por Dalton Correa Soares

11.25.2009

o contínuo 8 - elenco

Sempre que começo a escrever uma história nova me pergunto: Como é o personagem principal? Como ele fala? Como ele se comporta? Aí, entra em cena a "referência para o personagem".

Diferente do que acontece no cinema, nos quadrinhos temos liberdade quase que total para construir o elenco perfeito para contar qualquer história. Não precisamos nos preocupar com o salário, nacionalidade e até mesmo se são de fato atores.

Você quer juntar na sua história um cara que se parece com o Ronaldo, uma moça com o jeitão da Bjork e outra que anda igual a Uma Thurman no Kill Bill? Sem problemas! Não existem limites. Além disso, não precisamos nos apegar apenas ao visual da pessoa: podemos absorver seu jeito de andar, de se vestir e até mesmo de falar. Claro, referências de personagens não precisam ser somente de pessoas famosas. O personagem perfeito pode parecer com sua avó, seu tio, vizinho ou aquele colega de trabalho.

Taco Solto - Contínuo 6N’O Contínuo 6, por exemplo, Pedro Felicio e eu escrevemos uma história sobre um torcedor de um time de futebol, o Taco Solto, e a referência foi um aluno do Pedro, que eu também conheci. Nós queríamos que o personagem andasse, falasse e se comportasse como ele. Na hora de explicar o personagem para o desenhista (no caso o Bottino) não mostramos uma foto ou qualquer outra referência visual. Optamos por interpretar o aluno na sua maneira de andar, de se mover e de falar. Acabou sendo melhor do que uma foto: o Bottino foi tão fiel à nossa representação que desenhou o menino com uma semelhança incrível.
Um exemplo mais recente é o da história que estou desenhando agora para o Continuo 8, "No canto do quarto". O personagem principal da história já apareceu n’O Continuo 4. Não se preocupem: para entender a história nova não será necessário ter lido a edição 4. Mesmo assim, vale a pena procurar já que história é bem legal! hehehe.

Em sua versão jovem, o protagonista da história (Marco) tem como referência visual o cantor do Green Day, o Billie Joe Armstrong (sim pessoal, as semelhanças não são mera coincidência!). Sendo o protagonista também um músico, achei que ele poderia passar a "atitude" certa para o Marco. Na edição 4, o Billie Joe já tinha sido a referência, então fez muito sentido continuar neste caminho.

No canto do quarto - por Dalton Soares
Para a sua versão mais velha, no entanto, preferi outra pessoa. Marco, nesse período de tempo, passa por uma situação que o transforma e, por isso, achei que uma outra referência podia enriquecer a história. Desta vez fui guiado mais pela "maneira de ser" do personagem do que por seu visual. O escolhido foi o meu caro amigo (e um dos desenhistas d’O Continuo) Pedro Bottino.

Em sua fase mais velha, Marco mudou a maneira com que se relaciona com as pessoas, perdeu seu ar jovem, confiante e... Chega! Sem spoilers aqui! Em breve todos vão descobrir o quanto Marco mudou.

Essas referências são uma ferramenta incrível para contar histórias. Tudo é uma questão de saber escolher bem, pois o visual e as atitudes das referências escolhidas carregam uma história própria, que está além do próprio roteiro em questão e é inevitável que essa bagagem acabe fazendo parte da HQ em desenvolvimento.